E por falar em amor...
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Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008

Vocês repararam como a Lua está absolutamente linda nestas últimas noites??


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Terça-feira, Fevereiro 26, 2008
"A recomendação aqui é simples, direta e clara: quietude, contemplação, espera. A planta não brota mais rápido por conta do nosso bel prazer e sim por conta de suas reais e naturais necessidades. Não tente precipitar o que demanda tempo, saiba esperar o tempo certo. Procure se voltar para dentro de si e buscar em seu próprio interior as respostas de que tanto necessita. Forçar os acontecimentos externos agora pode ser frustrante, pois o momento envolve a necessidade de introspecção reflexiva".
Socorro!


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Domingo, Fevereiro 24, 2008

Valentina (a cã) e a ex-chefa, lá no Tear By
Ti


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O Paradoxo do Nosso Tempo

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das "rapidinhas", dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado sempre, cada um de nós está exatamente onde devia estar...

George Carlin


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Noivo Neurótico, Noiva Nervosa
(Annie Hall, 1977)


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Eu Não Vou Mais Deixar Você Tão Só - Antônio Marcos compôs para o Roberto Carlos gravar

Se a vida inteira você esperou um grande amor
E de triste até chorou
Sem esperanças de encontrar alguém
Fique sabendo que eu também andei sozinho
E sem ninguém pra mim
Fiquei sem entregar o meu carinho

Se na tua estrada não houve flor
Foi só tristeza, enfim
E em cada dia, sem ter amor, foi tudo tão ruim

Vou confessar então, meu coração
Não quer mais existir
Meus olhos vermelhos cansados de chorar querem sorrir

Ah! Por isso foi que eu decidi
Não fico nem mais um minuto aqui
Eu vou buscar o meu amor, o meu amor

Eu nunca tive alguém, agora vou
Olhar você meu bem
Guarde o meu coração
Que nunca mais eu vou deixar você tão só

E nunca mais eu vou deixar você tão só
E nunca mais eu vou ficar também tão só

(Nunca tinha ouvido essa música. Esta semana um senhor que está internado lá onde trabalho, cantou a letra para mim e me emocionei, tuuuudo a ver com o momento! Curioso como eles parecem ter um "radar")


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Sexta-feira, Fevereiro 22, 2008
Mais uma guinada na minha vida profissional. Desta vez vou para um lugar em que até poucos meses eu jamais imaginaria estar... um Caps AD!!! (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas)


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Terça-feira, Fevereiro 19, 2008
Da Diversidade da Loucura à Identidade da Cultura

A oficina Loucos pela Diversidade: da diversidade da loucura à identidade da cultura será realizada na próxima semana, de 15 a 17 de agosto, na Escola Nacional de Saúde Pública, no Rio de Janeiro (Rua Leopoldo Bulhões, nº 1480, Manguinhos).
O evento é uma promoção do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por intermédio de sua Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP).
O encontro será aberto às 9h de quarta-feira, dia 15, pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil. Na solenidade também estarão presentes o secretário Sérgio Mamberti, da SID/MinC, e diversos especialistas nas áreas da Cultura e da Saúde. A oficina terá a presença de Peter Pál Pelbart, da Companhia de Teatro Ueinz; Cristina Lopes, do Coral Cênico; Geo Britto, do Teatro do Oprimido; Leopoldo Nunes, cineasta; e de várias outras personalidades.
O evento nacional se realizará visando a indicação de políticas públicas culturais para pessoas em sofrimento mental e em situações de risco social. O que se pretende é dar visibilidade à produção cultural dos portadores de sofrimento psíquico e de estabelecer uma discussão ampla e abrangente entre o governo e a sociedade civil, visando identificar propostas que auxiliem decisões, tanto dos órgãos governamentais como das instituições envolvidas com o tema.
As atividades culturais e artísticas vêm contribuindo com a construção de um outro olhar para os modelos e as abordagens das políticas de reabilitação psicossocial, bem como no fortalecimento dessa nova visão de política de cultura em que o respeito, a identidade e a diversidade fomentam um país mais democrático.
A programação da oficina inclui debates e exposições feitas por especialistas no assunto. Também haverá apresentações artísticas, como a do Grupo Harmonia Enlouquece, que surgiu a partir do projeto Convivendo com a Música, nascido no Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro. Outra apresentação interessante será a do Grupo Teatro do Oprimido, que se dará na tarde do dia 15 (das 14h às 14h30). Um dos momentos bastante aguardados será o relato de experiências de alguns convidados e também a apresentação de parte da produção cultural e artística de usuários dos serviços de saúde mental.
15 de Agosto de 2007

Pronunciamento do ministro Gilberto Gil na cerimônia de lançamento da oficina Loucos pela Diversidade

RIO DE JANEIRO, 15 DE AGOSTO DE 2007
Conviver com as diferenças é uma necessidade vital e o mundo nunca precisou tanto aprender essa convivência. Um dos segmentos mais incompreendidos da nossa sociedade é o que agrega os portadores de sofrimento mental. Eu queria fazer uma observação lateral no sentido do sofrimento psíquico, lembrando a primeira frase das escrituras Védicas. Lá está escrito 'tudo é sofrimento'. Tudo é sofrível, mesmo aquilo que seja considerado como bem-estar, felicidade e alegria, que cosideramos positivos; lá nesse grande universo religioso, está dito que tudo é sofrimento, inclusive a integridade física e mental que também são sofrimentos. Nada escapa! Por isso é tão importante, para o Ministério da Cultura, esta oficina promovida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz. Acredito que os debates e reflexões que teremos aqui vão contribuir muito para a elaboração de políticas públicas de cultura para a área e para divulgar a produção cultural das pessoas envolvidas com esse processo.
A associação entre as perturbações mentais - chamadas popularmente de 'loucura' - e a produção cultural, mais especificamente as expressões artísticas, faz parte da história da humanidade. É muito conhecida a expressão de que os artistas são loucos. Dizem que artistas e loucos são irmãos; que arte, delírio e inspiração provêm do mesmo impulso. Como dizia Salvador Dali, 'a única diferença entre mim e o louco é que eu não sou louco'. Poderíamos também dizer que a única diferença é que eu sou louco e eles não.
Mas, infelizmente, a verdade é que essa história foi quase sempre marcada por conceitos e pré-conceitos que a sociedade teve e tem a respeito das pessoas portadoras de distúrbios mentais. Conceitos e preconceitos que determinaram as formas de tratamento que essas pessoas sofreram durante muito tempo. Sabe-se que no Mundo Antigo e parte da Idade Média, os chamados 'loucos' transitavam na vida pública cercados de um certo temor, só que um temor com uma aura sagrada, onde havia um lugar para eles dentro do âmbito maior.
Mas como a sociedade tem a necessidade de manter padrões, tudo e todos que são diferentes e incompreensíveis assustam, dão medo, viram ameaça ao instituído. Isso acabou provocando o afastamento das pessoas diferentes e o seu isolamento como forma de proteção da família e da sociedade. Apesar desse medo provocado pela perturbação mental, diz o ditado popular que de artistas e loucos todos nós temos um pouco. Ou, como disse o genial ator e dramaturgo Antonin Artaud: "O ser tem estados inumeráveis e cada vez mais perigosos".
Felizmente, depois dos estudos de Freud e das descobertas de Jung sobre o inconsciente coletivo e os arquétipos herdados por todos nós, chegou-se pouco a pouco a uma visão mais humana e inovadora da perturbação mental e das expressões da riqueza subjetiva de pessoas portadoras de distúrbios psíquicos. A desestigmatização da doença mental é, portanto, um processo em curso, que deve muito a diversas pessoas que lutaram e lutam pela transformação do preconceito em uma diferença a ser respeitada e até celebrada, como lembrou o querido Sérgio Mamberti.
Pessoas como o psiquiatra italiano Franco Baságlia, que liderou um movimento mundial contra os manicômios públicos, e como a médica brasileira Nise da Silveira, que conseguiu demonstrar na prática o grande valor do contato afetivo e da expressão criativa para a recuperação das pessoas sofredoras de perturbação mental. Ela nos ensinou que aqueles que passam pelo grande sofrimento do rompimento com a realidade, do mergulho, sem proteção, nos abismos do inconsciente, podem, por meio da expressão artística, tentar o caminho de volta para a superfície.
Sem pretensão de formar artistas no sentido que lhes atribui a disciplina estética, a Terapia Ocupacional com as artes tornou-se importante para a reabilitação psicossocial e também para o tratamento, porque utiliza a perturbação como fonte de criação. Ou seja, utiliza a criatividade para a expressão de emoções, o que faz dessas criações formas reveladoras do interior da psiquê humana. São obras artísticas que, além da beleza, revelam ser preciosas fontes para o conhecimento do mundo dos sonhos, dos sonhos que vão além da vida de cada um de nós e abarcam aquilo que nos faz irmãos na eternidade do tempo e do espaço.
Aqui, a arte transcende, ou melhor, ignora a diferença entre as frágeis fronteiras da sanidade e da loucura. Nas composições desses artistas, cumprem-se as duas exigências da arte: destruir a comunicação comum e criar uma outra comunicação.
Além disto, há também a dimensão da auto-estima. Ao serem reconhecidos publicamente como artistas, como criadores, essas pessoas são apanhadas pela rede da cultura e trazidas para dentro de sua órbita, ainda que excêntrica. São incluídos após terem vivido um período de suas vidas na exclusão. E incluir é exatamente o nosso papel, juntamente com o de incentivar a tolerância e o respeito à diferença. Esse é o momento de saudar esse encontro, esse evento, essa possibilidade de inclusão de volta ao convívio pleno.
Agradeço a todos os participantes desta Oficina que, estou certo, dará uma grande contribuição para que possamos avançar no sentido de atender às necessidades e demandas dos portadores de sofrimento mental. Com esta colaboração, poderemos perceber ainda melhor a nossa diversidade e participar ainda mais nossas diferenças. Lembrando que, no contexto da identidade da cultura, loucura e liberdade devem ter o mesmo significado.
Muito obrigado!

Pronunciamento do secretário Sérgio Mamberti no lançamento da oficina Loucos pela Diversidade

RIO DE JANEIRO, 15 DE AGOSTO DE 2007
Bom Dia a todos!
É com grande satisfação que eu e toda a equipe da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, damos início hoje à realização desta Oficina de Consulta para a elaboração de políticas públicas para a saúde mental, que vem potencializar propostas de ações para mais este segmento da sociedade brasileira que nós, do Ministério da Cultura, identificamos como muito pouco reconhecido no âmbito das políticas culturais.
Na verdade, uma das atribuições mais importantes desta Secretaria é justamente identificar estratégias de aproximação e promoção das expressões culturais que integram a diversidade cultural do nosso país. Acreditamos que a dimensão da saúde mental pode e deve ser incorporada aos objetivos do Programa Brasil Plural, bem como às demais ações do Ministério da Cultura, de maneira transversal.
Podemos, portanto, colaborar dando visibilidade às diferentes ações culturais que constróem identidade e fomentam inclusão e autonomia a partir das linguagens das expressões artísticas. E vale a pena lembrar que chegamos até aqui graças a um longo processo, que envolveu, durante várias décadas, a luta e a dedicação de muitas pessoas, dentre médicos, pesquisadores, artistas, cuidadores, pacientes e familiares, inclusive no âmbito do movimento antimanicomial.
Graças a esse processo, a experiência estética da criação pode hoje ser utilizada como forma de expressão e de comunicação de portadores de sofrimento psíquico, pode ser utilizada para ampliar territórios e para proporcionar o enriquecimento da subjetividade.
Nos últimos tempos, a produção artística vem, assim, fortalecendo e valorizando a identidade e a diversidade, dentro do paradigma da inclusão, por meio de diferentes linguagens e abordagens, e contribuindo para a desconstrução de preconceitos, para a produção de sentidos, para a ampliação de territórios de circulação, conhecimento e vida.
Assim, a produção artística desse segmento que a cultura e a sociedade excluíram da cidadania cultural, vem sendo considerada um instrumento de mudança. Mudança que vai do sofrimento psíquico ao encorajamento criativo, do confinamento à emancipação, da exclusão ao aplauso. Sem deixar de lado o fato importante de que essa construção iniciada com a terapia ocupacional e a reabilitação psicossocial por meio do fazer artístico, inclui também a criação de uma nova cultura de olhar e de cuidar da loucura.
Por tudo isto, estamos convencidos de que este, além de ser um momento de reflexão e elaboração, ou seja, de uma oficina que vai dar muito trabalho aos participantes, é também um momento de celebração pelo caminho já percorrido e pelas novas conquistas que se anunciam.
Com este seminário, procuramos construir políticas públicas que levem em conta a utilização do processo criativo como um exercício subjetivo para o encorajamento e a construção de novas éticas e estéticas da existência. Estamos trabalhando para a conscientização de que somos eternamente diferentes, mas juntos poderemos contribuir para a construção de um país melhor, mais justo e mais solidário.
Agradeço à Escola Nacional de Saúde Pública e à Fundação Oswaldo Cruz pela importante parceria. Agradeço também a todos os artistas responsáveis pela programação cultural, e a todos os participantes desta Oficina, e desejo a todos um bom trabalho.
Muito obrigado!


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Segunda-feira, Fevereiro 18, 2008
"Todos vós, que amais o trabalho desenfreado (...), o vosso labor é maldição e desejo de esquecerdes quem sois".
Friedrich Nietzsche


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Domingo, Fevereiro 17, 2008
Não o amor, mas os arredores é que vale a pena...

Fernando Pessoa


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Você é o resultado das escolhas que você faz, do que pensa e do que fala.


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Sábado, Fevereiro 16, 2008

Paciência para a espera. Um passo de cada vez.


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Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008
Que bom que vcs tb curtem a Ana... eu acho que é música que se curte mais qdo se está apaixonado... Tô me sentindo "potente", coisas boas voltaram a acontecer. Bom qdo se tem reconhecimento no trabalho, principalmente qdo vem dos psiquiatras (quem é da Saúde Mental sabe exatamente o que estou dizendo). Na verdade é um conjunto de reconhecimento e validação profissional.

"Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber
Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer"


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Domingo, Fevereiro 10, 2008
Lado brega acionado. Nem sei se é brega na verdade, acho que é só mais melódico (ou meloso). Dois cds da Ana Carolina, sacou?


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Nua - Ana Carolina / Vitor Ramil

Olho a cidade ao redor
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa

Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem

Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão
Quem sabe então assim
Você repara em mim

Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer

Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais

Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim



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Segunda-feira, Fevereiro 04, 2008
Hoje é o típico dia perigoso, a tênue linha que separa o dever do desejo quase se rompe. Mas o frio e a garoa se fizeram "dados de realidade" e lá fui eu para o trabalho, entediada. Sorte que o dia passou bem rápido, quase indolor. Depois de um contratempo que mostrou que não devo querer trabalhar à noite na segunda-feira de carnaval, sinto que o pior chega, a ansiedade de largar tudo e correr em direção ao encontro. Um pouco menos de lucidez eu preciso... hj ouvi aquela letra do Capital que diz "parei de pensar e comecei a sentir"


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Domingo, Fevereiro 03, 2008
Aniversário chegando...


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