E por falar em amor...
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"Tudo é verdade e caminho" * Fernando Pessoa

Quarta-feira, Janeiro 28, 2004
Saber amar é saber deixar alguém te amar



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Sempre achei que o Auster daria um bom psicanalista. No mínimo ele foi analisado, talvez psicanalisado. A questão paterna é o disparador das reflexões deste livro que é denso e, de certa forma, difícil de ler.

Primeira lembrança: sua ausência. Durante os primeiros anos da minha vida ele saía cedo para o trabalho, antes de eu acordar, e voltava para casa muito depois que eu havia sido posto na cama. Eu era filho da minha mãe, e vivia em sua órbita. Era uma pequena lua circundando aquela terra gigantesca, uma partícula na esfera de sua gravidade, e eu controlava as marés, o tempo, as forças do sentimento. O refrão dele para ela era: não o mime tanto, vai estragá-lo. Mas minha saúde não era boa, e ela usava isso para justificar a pródiga atenção que me dedicava. Passávamos muito tempo juntos, ela em sua solidão e eu com minhas cólicas, esperando pacientemente em consultórios médicos por alguém que domasse a contínua insurreição que me sacudia o estômago. Mesmo então, eu me agarrava a esses médicos de uma maneira desesperada, desejando que me abraçassem. Desde o início, ao que parece, eu procurava meu pai, buscando freneticamente alguém que se parecesse com ele.
Lembranças posteriores: um anseio. Com a mente sempre pronta a negar os fatos ao menor pretexto, eu seguia esperando obstinadamente algo que nunca me foi dado - ou me foi dado de modo tão raro e arbitrário que parecia acontecer fora do âmbito das experiências normais, num lugar onde eu jamais seria capaz de viver mais que uns instantes de cada vez. Não que eu achasse que ele não gostava de mim. Era simplesmente que ele parecia distraído, incapaz de olhar na minha direção. E, mais que qualquer outra coisa, eu queria que ele me percebesse.

Paul Auster in O inventor da solidão

Mas o tema é, sem dúvida, a ausência de contato, a falta do olhar do outro. Crescemos e passamos boa parte da vida (se não ela inteira) desacostumados a ter atenção. E quando a recebemos, logo estranhamos, acreditando que algo o outro quer em troca. O que pode ser? Nem pensamos que pode ser amor... que a dedicação, preocupação ou seja lá que nome se dê para a atenção que recebemos é genuína, verdadeira e sincera. Desconfiamos. Nos retraimos; logo soa nosso alarme de proteção e as muralhas se levantam...



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Bom Humor

Mulá Nasrudin, o célebre personagem dos contos sufis - aquele que sempre sai com uma tirada, até nos piores momentos -, parece nos dizer, com insistência, que tudo é uma questão de ponto de vista. Se algo é bom ou mau, engraçado ou triste, bem... isso depende.
Conta-se que, certo dia, o mulá voltava para casa encantado com a doçura da manhã. Havia sol, a temperatura era boa, tudo conspirava a favor. Então ele resolveu tomar um atalho. Para que continuar nesta estrada poeirenta se posso ir pelo mato, admirando as flores e os pássaros? Afinal, hoje é um dia especial e venturoso!
O mulá já atravessava a floresta, deslumbrando-se com o cenário e a música da natureza, quando então caiu num buraco, de onde não tinha como sair. Pôs-se a refletir...
Talvez este não fosse um dia assim tão afortunado.... Então, ponderou: Mas, ora, se aqui, neste lugar tão maravilhoso, acontecem coisas assim, imagine o que me estava reservado naquela estrada poeirenta!
Eis uma lição que serve, não importa como a interpretemos: mudar o ponto de vista, enxergar sob outra perspectiva, trocar de chapéu...
Praticar essa atitude, nas situações mais desafiadoras, parece ser a chave para compreender que nada é bom ou ruim em si mesmo, que não temos como julgar.
A propósito, perguntaram certa vez ao Nasrudin:
- Mulá, o que é o destino?
- Suposições.
- Como assim?
- Você supõe que as coisas irão bem e elas não vão - a isso chama azar. Supõe que as coisas irão mal e elas não vão - a isso chama sorte. Supõe que certas coisa irão ou não acontecer - e , na mais absoluta falta de intuição, não sabe o que irá acontecer. Você então supõe que o futuro é desconhecido. Finalmente, você é surpreendido - a isso chama destino.
Ou seja, se não há muito a fazer em relação ao destino, e se estamos mesmo condenados à morte - esta, sim, nossa única certeza, como bem disse o velho Sócrates - ao menos vamos nos divertir um pouco.

Eugênio Mussak, do artigo Sorria, meu bem edição 10 de outubro/2003 da revista Vida Simples


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Segunda-feira, Janeiro 26, 2004

Obrigada Pati pelo final de semana relaxante e pela acolhida no seu cantinho. Voltei revitalizada!


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Gostaram do novo template? Hein? Ufa! Acho que agora eu consegui inserir os comentários...

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Essa é pra vc...

Epitáfio - Titãs

Devia ter amado mais, ter chorado mais,
Ter visto o sol nascer.
Devia ter arriscado mais e até errado mais,
Ter feito o que eu queria fazer.
Queria ter aceitado as pessoas como elas são,
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração.

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído,
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar.

Devia ter complicado menos, trabalhado menos,
Ter visto o sol se pôr.
Devia ter me importado menos com problemas pequenos,
Ter morrido de amor.
Queria ter aceitado a vida como ela é,
A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier.

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído,
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar.

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído,
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar.

Devia ter complicado menos, trabalhado menos,
Ter visto o sol se pôr...



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Sexta-feira, Janeiro 23, 2004
Testando novo template, tenham calma...

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Quarta-feira, Janeiro 21, 2004


Saindo do tédio...
Pacientes voltando das férias, recomecei a fazer exercícios físicos, a escrever minha monografia, a sair... a vida continua. E como diria o Nuno Cobra "bem estar provoca mais bem estar", então, mãos e pés à obra!



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Segunda-feira, Janeiro 19, 2004


Sei que tédio pode matar... mas tb sei que ainda não vou morrer disso.
É ruim qdo vc se sente mal, sufocado, desejoso de ar e de ação mas não há nada que alivie sua angústia. E o pior, vc quer e não quer estar com outra pessoa, não sabe se é melhor ou pior estar perto. O outro não te acompanha, até pq tb está entediado... O que te irritava um pouco, nesse momento parece ser intolerável.
Nem dá pra dizer que eu preciso de férias pq estou em férias (forçadas). Sou uma compulsiva por trabalho, não consigo fazer uma só coisa de cada vez e estou enlouquecendo pq minha rotina ainda não voltou ao "normal".
Minha monografia está fluindo, não tão rapidamente como preciso, mas estou conseguindo escrever. Mas falta algo. Falta ação...


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Joana francesa - Chico Buarque/1973 (Para o filme Joana Francesa de Cacá Diegues)

Tu ris, tu mens trop
Tu pleures, tu meurs trop
Tu as le tropique
Dans le sang et sur la peau
Geme de loucura e de torpor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda

Mata-me de rir
Fala-me de amor
Songes et mensonges
Sei de longe e sei de cor
Geme de prazer e de pavor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda


Vem molhar meu colo
Vou te consolar
Vem, mulato mole
Dançar dans mes bras
Vem, moleque me dizer
Onde é que está
Ton soleil, ta braise


Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda



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Florentine Villa District - Paul Klee

"Maise":
Uns Versos (2000)

Sou sua noite, sou seu quarto
Se você quiser dormir
Eu me despeço
Eu em pedaços
Como um silêncio ao contrário
Enquanto espero
Escrevo uns versos
Depois rasgo
Sou seu fado, sou seu bardo
Se você quiser ouvir
O seu eunuco, o seu soprano
Um seu arauto
Eu sou o sol da sua noite em claro,
Um rádio
Eu sou pelo avesso sua pele,
O seu casaco
Se você vai sair
O seu asfalto
Se você vai sair
Eu chovo
Sobre o seu cabelo pelo seu itinerário
Sou eu o sou paradeiro
Em uns versos que eu escrevo
Depois rasgo
E depois rasgo



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Esqueci da Adriana Calcanhoto na minha lista de mais ouvidos... Essa letra resume bem o que estou sentindo...

Água Perrier (1992)

Não quero mudar você
Nem mostrar novos mundos
Porque eu meu amor
Acho graça ate mesmo em clichês
Adoro esse olhar blasé
Que não só já viu quase tudo
Mas acha tudo tão deja vu
Mesmo antes de ver
Só proponho alimentar seu tédio
Para tanto exponho a minha admiração
Você em troca sério
E seu olhar sem sonhos
A minha contemplação
Aí eu componho uma nova canção
Adoro sei lá porque
Esse olhar meio escudo
Em vez de álcool forte
Pede água perrier
Adoro sei lá porque
Esse olhar meio escudo
Que não quer meu álcool forte
E sim água perrier
Em vez de álcool forte
Pede água perrier
Que não quer meu álcool forte
E sim água perrier



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Quinta-feira, Janeiro 15, 2004
Eu tenho alguns CDs chave que eu ouço e me transformo. Tipo SKANK MTV Ao Vivo em Ouro Preto é levanta o astral. Tb mudam meu humor: Buena Vista Social Club, Unplugged do Eric Clapton, The Cole Porter Songbook interpretado pela Ella Fitzgerald, On two legs do Pearl Jan, e por aí vai, mas esses são os tops.
Agora, há outros CDs que qdo eu ouço me pergunto pq que eu os tirei do player... tipo um da Maria Bethânia ao vivo em que ela canta um mix maravilhoso que inclui letras do Roberto Carlos! (Sim, podem me chamar de brega ou do que preferirem, não me importo). E o Totalmente Demais, Fina Estampa e Prenda Minha dos bons tempos do Caetano... E o Unplugged do Gil... Qquer coisa do Zeca Baleiro...Almir Sater tem umas coisas boas tb. TUDO o que o Renato Braz canta me interessa (ao contrário da Mônica Salmaso que tem uma voz linda mas um repertório de gosto difícil). Madredeus! Que voz tem aquela mulher!!!! E a Norah Jones, fala sério!
Ganhei há um tempo um cd do Bryan Ferry (!) As Time Goes By cujas músicas valem mais que a interpretação, mas o clima das melodias vale o cd!
Já ouvi muito Djavan, se ouvir no rádio sou capaz de cantar junto suas letras desconexas. Já ouvi tb muito a Marina Lima, Milton e Chico (que escreveu uma letra homenageado a Mangueira que é uma das letras mais simples e encantadoras que já ouvi), Marisa Monte, Ed Motta (minha única queixa foi ter ido a uma apresentação dele no Sesc Vila Mariana sem saber que era um show instrumental, essa foi mal! Odiei! Mas valeu pelo bis com os clássicos).
Outro dia estava ouvindo um cd que gravaram pra mim do Renaissance. Adoro Pink Floyd, na estrada não tem coisa melhor! E instrumental? Sou apaixonada pelo Ulisses Rocha, Sebastião Tapajós e uns pares de violonistas. Teco Cardoso, Bré, Sisão Machado, e um tanto de outros músicos.


Chão de Esmeraldas - Chico Buarque (1997)

Me sinto pisando
Um chão de esmeraldas
Quando levo meu coração
À Mangueira
Sob uma chuva de rosas
Meu sangue jorra das veias
E tinge um tapete
Pra ela sambar
É a realeza dos bambas
Que quer se mostrar

Soberba, garbosa
Minha escola é um catavento a girar
É verde, é rosa
Oh, abre alas pra Mangueira passar



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Segunda-feira, Janeiro 12, 2004

Print Gallery - M.C. Escher

Divergências vão além da área de livre comércio

A divergência entre os dois governos (EUA e Brasil), entretanto, vai além dessa questão (da alusão à Alca na reunião da Cúpula das Américas, em Monterrey, México). O tratamento do tema da equidade foi outro que produziu desentendimentos entre um grupo de países liderados pelo Brasil, que insistem na "igualdade de acesso aos recursos", e outro, com os EUA à frente, que insiste na "igualdade de acesso às oportunidades". (OESP, 09/01/04, A4)
É evidente a diferença entre acesso aos recursos e acesso às oportunidades. Para um país como os EUA é fácil dizer "fulano teve acesso à oportunidade de se dar bem, ele é que não soube aproveitá-la. As oportunidades estão aí para todos (o que nós sabemos que não é verdade)". No entanto, o acesso aos recursos é o que mais se aproxima de uma noção de equidade.


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Quarta-feira, Janeiro 07, 2004
Às vezes me sinto assim, seguindo por caminhos que parecem não ter fim...


Concave and Convex - Escher

É impressionante como cada vez mais encontro pessoas que usam o racionalismo pra se defender... se defender de sofrer, de entrar em contato, sentir, compartilhar, amar... A gente perde anos da vida usando o intelecto pra se afastar dos outros, pra justificar a aparente autonomia, pra mostrar que se é inteligente, auto-suficiente, maduro, que não precisa ficar dizendo que ama pra ser feliz... Conheço tanta gente assim... No começo achei que era coisa de quem já tinha sofrido muito, pessoas mais velhas. Hoje percebo que muitos jovens usam o racional para se privar da alegria, da emoção...
Tentar racionalizar as situações do dia a dia, explicar logicamente o amor, a atração, a paixão... ou usar o racional para não se entregar... Caracas! Até quando as pessoas vão acreditar que estão no absoluto controle de suas vidas???
Nem estou falando de nada místico, de destino ou coisa parecida. Falo do controle que o lado racional tenta impor ao afetivo, expressivo, espontâneo...




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Pra vc...


Gotta Have Shoes - Carolyn Oltman






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"A ética no mundo de hoje, nos começos do século XXI, converteu-se na base principal da convivência humana. No passado, a convivência pôde subsistir em virtude de um certo equilíbrio de interesses, apesar das muitas diferenças de origem, culturais e religiosas entre os distintos grupos humanos. Hoje, no entanto, é duvidoso que se possa manter a paz global se não for sobre os fundamentos de um discurso da justiça e de uma sensibilidade compartilhada. A conduta individual e a conduta coletiva, de sociedades e de nações, seguiram uma mesma pauta em direção à igualdade e à autonomia. A característica da moral da Ilustração foi o desenvolvimento da responsabilidade individual e a afirmação de um Estado democrático de direito. Para que ambas as conquistas se generalizem deve-se insistir no desenvolvimento de economias de bem-estar e no controle da violência ideológica. Mas só isso não basta. É preciso contar também com o apoio de uma teoria ética da igualdade de direitos, que vá além das diferenças concretas individuais e grupais: de sexo, de raça, de condições socioeconômicas ou ainda, de concepção de mundo". Amelia Valcárcel
In
Seminário Internacional Ética e Cultura realizado no Sesc SP de 16 a 19/10/2001.




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Estou mesmo atraindo situações que envolvam cças e bebês... fico me perguntando o que isso significa. Fiz inscrição para um concurso público para TO em Embu das Artes, sabia que era para a saúde mental, mas só depois descobri que era para trabalhar com saúde mental infantil...
No hospital outro dia a mãe de um paciente que não sou eu quem atende, me perguntou como ia o meu bebê. Até pensei na possibilidade absurda de ela estar se referindo ao meu namorado a quem eventualmente chamo de bebê. Mas não, era sobre um bebê que ela, não sei de onde, achou que existia...
E há cerca de um mês atrás a filha da Carol disse para a cunhada dela que a "tia Sinome" está grávida...
Fala sério...



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Terça-feira, Janeiro 06, 2004
OK, legendas:


Da esquerda para a direita: Ana Paula, Lívia, eu.




Em pé, da esquerda para a direita: eu, Pri Bagio, Ana, "Colher", Ana Paula. Sentadas: Pri NOz, Alê Pelê, Lívia.



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Se você tiver oportunidade, assista Pão e Tulipas com Lucia Maglietta e Bruno Ganz.disponível em VHS e DVD). É lindo!



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Segunda-feira, Janeiro 05, 2004
Fim de semana curto... passou mais rápido que a semana toda...



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Earth and Green - Mark Rothko





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Sexta-feira, Janeiro 02, 2004


Assisiti "Procurando Nemo" e adorei! Estava mesmo precisando de algo leve nesse começo de ano...



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Recebi por email um guia prático de como irritar cada signo... dei risada, mas tenho que admitir que pelo menos para aquário algumas dicas funcionam...

Aquário

- Insista para que ele ligue várias vezes ao dia para posicioná-lo de seus movimentos.
- Faça-se passar por burro e tapado e ainda queira ter razão.
- Diga a ele o que ele deve fazer, quando e como fazer.
- Exiba seus valores materiais na cara dele, tipo carro, jóias, dinheiro e posição social..
- Pergunte sempre: "O que é que você está pensando?"




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